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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Só porque Ele é bom

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

8 de fevereiro de 2012

Só porque Ele é bom

Anne Cetas
Salmo 100
Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom… —Salmo 136:1
Números 11–14

Joel e Laura decidiram mudar-se do estado de Washington e voltar para Michigan, EUA. Desejando levar uma última lembrança especial, compraram café em sua loja favorita e foram até a livraria de sua preferência. Lá, compraram dois adesivos com um dos lemas favoritos da cidade da qual se despediam: “É um dia típico de Edmonds.”

Após duas semanas e 4.800 quilômetros, entraram no estado de Michigan. Famintos e desejosos de comemorar sua chegada, pararam para perguntar onde poderiam encontrar um restaurante. Embora tivessem de voltar alguns quilômetros, encontraram um café pequeno e singular. A garçonete, entusiasmada por perceber que eles vinham de seu estado natal, perguntou-lhes de onde vinham. Ao responderem que vinham da cidade de Edmonds, ela lhes disse: “Foi lá que eu nasci!”. Desejoso de compartilhar de sua alegria, Joel buscou um dos adesivos no carro e lhe deu. Surpreendentemente, o adesivo tinha sido comprado na loja da mãe da garçonete! Ele havia passado das mãos de sua mãe às mãos dela após percorrer 4.800 quilômetros.

Mera coincidência? Ou esses acontecimentos foram bons presentes orquestrados por um bom Deus que ama encorajar Seus filhos? O livro de Provérbios nos diz: “Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor…” (20:24). Então, vamos “…bendizer-lhe o nome. Porque o Senhor é bom…” (Salmo 100:4-5).

Todo bom presente provém do Pai.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Grande é a recompensa

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

7 de fevereiro de 2012

Grande é a recompensa

Joe Stowell
Mateus 6:1-6,16-18
…teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. —Mateus 6:4
Números 7–10

Muitas empresas têm programas de pontos que oferecem prêmios aos clientes fiéis. Você pode acumular esses pontos e depois trocá-los por recompensas, utilizando os serviços dessas mesmas empresas; como frequentar alguns restaurantes, hospedar-se em certos hotéis, ou viajar por determinadas empresas aéreas. A escolha de gastar seu dinheiro desta maneira faz muito sentido.

Deus também tem um programa de recompensas. Jesus falou, com frequência, sobre Seu desejo de recompensar-nos por lhe servirmos fielmente. Quando somos perseguidos por causa dele, por exemplo, Ele diz: “Regozijai-vos […] porque é grande o vosso galardão nos céus…” (Mateus 5:12). Diferente do hábito religioso dos fariseus, de dar, orar e jejuar em público, Jesus nos instruiu a fazer estas coisas em oculto, porque “…teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (6:4,6,18). Quando se trata de viver para Jesus, a fidelidade jamais colocará sua vida em situação de perda, não obstante o custo.

Mas, nós não servimos Jesus pelas recompensas. Ao morrer na cruz pelos pecadores, Ele fez por nós muito mais do que merecíamos. Fidelidade a Ele é um ato de adoração que expressa nossa amorosa gratidão por Seu amor por nós. Em retribuição, Jesus se deleita em encorajar-nos com a certeza de que, ao final, Suas recompensas serão maiores que tudo a que tenhamos renunciado por Ele.

Viva para Jesus — não obstante o custo.

O que é feito para Cristo nesta vida será recompensado na vida futura.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Considere a origem

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

6 de fevereiro de 2012

Considere a origem

Bill Crowder
Tiago 1:12-18
Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes… —Tiago 1:17
Números 4–6

Gosto muito de canela: em pães, biscoitos, doces, torradas, frutas e pretzels (pãozinho alemão em forma de nó). A canela é uma daquelas especiarias que dá um sabor melhor aos alimentos. Contudo, nunca me ocorreu pensar sobre a origem da canela. Porém, numa recente viagem ao Sri Lanka, descobri que 90 por cento de toda a canela no mundo provém daquela nação, uma ilha localizada no Oceano Índico. Apesar de apreciar canela há tantos anos, nunca parei para considerar sua origem.

Infelizmente, às vezes meu caminhar com Cristo é assim. Deus me abençoou com uma esposa maravilhosa, cinco filhos e netos impossíveis de serem mais divertidos. Em meio à minha alegria com eles, porém, às vezes não considero a origem dessas bênçãos — o que o hinista denominou “a origem de todas as bênçãos”. Tiago afirmou: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (1:17).

Seríamos muito ingratos se desfrutássemos as ricas bênçãos da vida sem agradecer ao Pai, que é a origem de toda a criação.

Gratidão é uma atitude que honra a Deus.

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Fazendo música

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

5 de fevereiro de 2012

Fazendo música

Julie Ackerman Link
1 Coríntios 3:1-17
…enchei-vos do Espírito […] entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais. —Efésios 5:18-19
Números 1–3

Numa adorável noite de verão, uma multidão se reuniu num lindo local ao ar livre para a apresentação de um concerto de um de meus colegas de faculdade. Era o seu aniversário e o mestre de cerimônias sugeriu que cantássemos a canção “Parabéns a você”. Uma a uma, as pessoas começaram a cantar, cada uma em tom e ritmo diferentes. Quando as notas musicais se juntaram às palavras, o resultado não conseguiu ser harmonioso. Nem melódico. Na verdade, era sofrível. Quando o aniversariante subiu ao palco, ele nos deu uma nova oportunidade. Não nos deu o tom, mas um ritmo, para que, ao final, pudéssemos cantar juntos. Ao terminar a canção, a maioria das pessoas cantava num tom bastante próximo.

O ruído que deveria ser uma canção me fez recordar um problema da igreja do primeiro século. Eles não concordavam quanto ao seu líder. Alguns seguiam Paulo; outros Apolo (1 Coríntios 3:4), e isso resultou em conflito e divisão (v.3). Em vez de música, eles estavam fazendo ruído. Quando pessoas não concordam a respeito de um líder, todas cantam (no sentido figurado) no ritmo e tom mais confortáveis para elas.

Para fazer uma linda música que atraia os descrentes a Jesus, todos os cristãos devem seguir o mesmo líder, e esse líder deve ser Cristo.

Manter a unidade com Cristo preserva a harmonia na igreja.

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Seis graus de separação

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

4 de fevereiro de 2012

Seis graus de separação

David H. Roper
Isaías 55:8-11
…assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia… —Isaías 55:11
Levítico 24–27

Oitenta anos atrás, o autor húngaro Frigyes Karinthy escreveu o conto Cadeias, no qual propôs que quaisquer dois indivíduos no mundo se conectam através de, no máximo, cinco conhecidos. A tese renasceu recentemente, sendo habitualmente descrita como Seis Graus de Separação. Trata-se de uma teoria não comprovada, é claro. Mas, existe uma dinâmica em ação que nos liga a outras pessoas do mundo: a sabedoria e providência de Deus operando por meio de Sua Palavra para realizar a Sua vontade.

Recebi alguns anos atrás uma carta de um homem que nunca havia encontrado; ela dizia que um bilhete que eu tinha enviado a um amigo próximo havia chegado até ele e o tinha encorajado num tempo de exaustão e sombrio desespero. O amigo a quem eu havia enviado o bilhete o enviou a outro amigo, este a outro ainda, e assim por diante, até chegar ao homem que finalmente me escreveu.

Pode ser que uma simples palavra oferecida com amor, guiada pela sabedoria de Deus e transportada para o alto nas asas do Espírito produza consequências eternas na vida de alguém.

Não devemos então encher-nos da Palavra de Deus e transmiti-la a outras pessoas com a oração de que Deus a usará para os Seus propósitos? (Isaías 55:11).

Como a flor desconhece o rumo de sua fragrância, desconhecemos o de nossa influência.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A causa do Senhor

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

3 de fevereiro de 2012

A causa do Senhor

Dennis Fisher
Filipenses 1:12-18
…estou incumbido da defesa do evangelho. —Filipenses 1:16
Levítico 20–23

Charles Finney, um advogado de 29 anos de idade, estava preocupado com a salvação de sua alma. Em 10 de outubro de 1821, retirou-se para um local arborizado, próximo à sua casa, para um tempo de oração. Enquanto estava lá, teve uma profunda experiência de conversão, e escreveu: “O Espírito Santo […] pareceu atravessar meu corpo e minha alma […] Ele parecia vir e ir em ondas de líquido amor.”

No dia seguinte, ele recebeu um cliente que desejava ser legalmente representado. Finney lhe disse: “Tenho um compromisso com o Senhor Jesus Cristo para defender a causa dele e não posso defender a sua.” Ele abandonou a advocacia e dedicou-se ao ministério. Mais tarde, ele seria usado poderosamente por Deus para levar outras almas a Cristo.

O apóstolo Paulo também recebeu o chamado para defender a causa do Senhor. Ele escreveu: “…estou incumbido da defesa do evangelho” (Filipenses 1:16). Antigamente, a palavra traduzida como defesa era utilizada pelos advogados que pleiteavam seus casos na justiça. Todos os cristãos são chamados para compartilhar as maravilhosas boas-novas da graça salvadora de Deus. “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2 Coríntios 5:20).

Que enorme privilégio ser usado por Deus para levar outros a Cristo!

As boas-novas de Cristo são boas demais para guardarmos para nós mesmos.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O plano divino

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

2 de fevereiro de 2012

O plano divino

Dave Branon
…Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. —Salmo 91:2
Levítico 17–19

Todos estavam errados a respeito da arca da aliança (um móvel do tabernáculo que representava o trono de Deus). Após perder uma batalha para os filisteus, Israel enviou mensageiros a Siló para pedir que a arca fosse transportada para Ebenézer, o local de acampamento do seu exército.

Quando a arca chegou, os israelitas celebraram com tanto alarido, que o inimigo os ouviu até em Afeca. A chegada da arca fez com que os filisteus temessem e os israelitas tivessem coragem.

Ambos estavam errados. Os israelitas levaram a arca para a batalha e foram novamente espancados pelos filisteus, que capturaram a arca. Outro engano. Os filisteus adoeceram e seus falsos deuses foram destruídos.

Podemos compreender o erro dos filisteus — eles eram idólatras. Mas, os israelitas deveriam ter sido mais sábios. Eles não consultaram a Deus sobre o uso da arca. Embora soubessem que a arca havia sido levada para a batalha anteriormente (Josué 6), eles não consideraram que o plano de Deus, não o envolvimento da arca, permitiu a Israel derrotar Jericó.

Independente dos nossos recursos, fracassaremos a menos que os usemos de acordo com o plano de Deus. Estudemos a Palavra, oremos pela direção de Deus e confiemos nela (Salmo 91:2) antes de iniciarmos qualquer jornada de fé.

Nós vemos parcialmente; Deus vê a totalidade.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O espírito natalino

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

1 de fevereiro de 2012

O espírito natalino

David C. McCasland
Lucas 1:31-41
…Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra… —Lucas 1:35
Levítico 14–16

Com muita frequência, os atos de generosidade e boa vontade que florescem em dezembro se desvanecem rapidamente, fazendo muitos dizerem: “Gostaria que pudéssemos manter o espírito natalino durante o ano todo.” Parece que bondade e compaixão estão ligadas ao calendário — por quê? Existe uma fonte inesgotável de compaixão, mais profunda que os sentimentos natalinos que se vão com a estação?

Nos dois primeiros capítulos de Lucas é impressionante o Espírito Santo ser mencionado sete vezes. Seu mover é citado nas vidas de João Batista, ainda por nascer (1:15), Maria (1:35), Isabel (1:41), Zacarias (1:67) e Simeão (2:25-27). Nestas passagens que frequentemente chamamos a história do Natal, não há menção alguma de pessoas que tiveram algo vindo à mente ou que se sentiram estranhamente movidas. Em vez disso, o Espírito Santo é identificado como aquele que guiou Simeão, concedeu plenitude a Zacarias e Isabel, e criou o bebê no ventre de Maria.

Será que, assim como eles, reconhecemos a voz do Espírito em meio a todas as outras? Estamos alerta aos Seus chamados e ansiosos por obedecer? Permitiremos que o Seu calor e amor encham nossos corações e fluam por meio de nossas mãos?

Hoje, a presença e o poder de Cristo permanecem conosco por meio do Espírito Santo, que é o verdadeiro e eterno Espírito natalino — o ano todo.

Jesus se foi para que o Espírito pudesse vir e permanecer.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O príncipe da paz

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

31 de janeiro de 2012

O príncipe da paz

David H. Roper
João 14:25-31
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou… —João 14:27
Levítico 11–13

Anos atrás conheci um jovem que participava de uma gangue de motociclistas. Ele havia crescido no campo missionário onde seus pais serviam. Quando sua família voltou aos Estados Unidos, ele parecia incapaz de se ajustar à nova realidade. Sua vida foi difícil e ele morreu numa briga de rua, enfrentando uma gangue rival.

Já ajudei em muitos funerais, mas este com certeza foi inesquecível. Foi num parque onde havia montes de grama circundando um pequeno lago. Seus amigos estacionaram suas motos em círculo e sentaram-se na grama em volta de outro amigo e de mim, enquanto conduzíamos o culto. Falamos algo simples e breve sobre paz em meio às facções rivais e sobre a paz interior que o amor de Jesus pode trazer.

Mais tarde, um membro da gangue nos agradeceu, começou a se afastar, mas voltou. Nunca esqueci suas palavras. Ele disse que ele tinha “uma magrela, uma baia e uma patroa” (uma moto, um apartamento e uma namorada), e acrescentou, “Mas não tenho paz.” Então conversamos sobre Jesus que é a nossa paz.

Não importa se temos uma motocicleta ou um Cadillac, uma mansão ou um pequeno apartamento, alguém que amamos ou ninguém — não faz diferença. Sem Jesus, não há paz. Ele disse, “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (João 14:27). Este dom é para todos que confiam nele. Você já pediu a Sua paz?

Jesus morreu em nosso lugar para nos dar a Sua paz.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Quando o vento sopra

Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário

30 de janeiro de 2012

Quando o vento sopra

Dennis Fisher
Romanos 8:26-30
Bendito seja o Deus […] que nos conforta em toda a nossa tribulação… —2 Coríntios 1:3-4
Levítico 8–10

Haroldo , Kátia e seus três filhos estavam numa área arborizada quando um tornado surgiu. Kátia descreveu-me sua experiência muitos anos depois:

“Meu marido e meu filho mais velho estavam um pouco distantes, mas meu filho mais novo e eu nos abrigamos numa cabana. Ouvimos um som como se fosse de cem vagões de trem e instintivamente nos atiramos no chão e nos protegemos. A cabana começou a se desmontar e fechei meus olhos por causa de todos os escombros que voavam. Senti como se ela estivesse subindo num elevador e depois sendo lançada no ar. Aterrisei num lago e agarrei-me aos escombros para flutuar.”

Tragicamente, no entanto, o filho mais novo deles não sobreviveu. Haroldo ao falar sobre a perda, disse: “Choramos todos os dias por seis semanas. Mas acreditamos que a amorosa soberania de Deus permitiu que o tornado viesse onde estávamos. E também fomos consolados com o fato de nosso filho conhecer o Senhor.”

Quando alguém que amamos é levado e somos deixados para trás, surgem muitas perguntas. Em momentos como esses, Romanos 8:28 pode servir de grande encorajamento: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” A confiança deste casal na amorosa soberania de Deus trouxe-lhes consolo em meio ao seu pesar (2 Coríntios 1:3-4).

Nosso maior consolo na tristeza é saber que Deus está no controle.

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